quinta-feira, 8 de junho de 2017

Sobre o SER HUMANO e seu comportamento



01. “Aristóteles por outro lado apropriou-se de sentido diverso da palavra e definiu logos como um dos três modos de persuasão, o argumento da razão, em sua Ars Rethorica (Retórica). Para o autor, logos trata do próprio discurso, enquanto este prova algo, ou ao menos parece provar. Para Aristóteles, o logos seria algo mais sofisticado do que um entendimento comum, o logos diferenciaria o ser humano dos outros animais, possibilitando a compreensão do que é bom e do que é mal, do que é benéfico e do que é prejudicial e do justo e injusto no discurso, e pensamentos manifestos neste discurso, em outros seres humanos.” (MACIEL, In: http://www.infoescola.com/filosofia/logos/)
Diante do entendimento de “logos” para Aristóteles, há também daí sua definição sobre o ser humano, que seria:
a)    Um ser pensante
b)   Uma criatura divina
c)    Um animal que mente
d)   Um corpo que possui alma
e)    Um animal racional e político

02. O Homem Vitruviano de Leonardo da Vinci (figura a seguir), caracteriza uma mudança de pensamento, de transição entre a Idade Média e a Moderna que pode ser descrita em:
a) A tomada de consciência de Deus sobre a vida dos homens
b) A virada de pensamento do racionalismo para o misticismo
c) A submissão dos seres humanos às ordens divinas e naturais
d) Ao retorno do platonismo na divisão do mundo em duas partes
e) A virada de pensamento do teocentrismo para o antropocentrismo

03. A ideia contida na frase “A existência precede a essência” que diz que a existência deve ser analisada para se entender realmente os seres humanos, e não uma suposta natureza, ou essência, foi escrita por:
a) Thomas Morus
b) Jean-Paul Sartre
c) Pico de la Mirandola
d) Michel de Montaigne
e) Carlos Drummond de Andrade